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Terrenos Subjetivos - I

Terrenos subjetivos - I

Então, faz-se noite daquelas de Domingo.

 

Ao alcance dos olhos, sobre a mesa onde está o computador com monitor SAMSUNG SyncMaster 3Ne, uma moeda de Um Real, uma caneta usada, um rádio, em forma de bastão, da China, daqueles feitos para durarem uma semana, um fio dental daqueles de limpeza entre dentes, bem entendido. 

Olhos lançados sobre o livro "Quando o amor acontece..." de Carlos Gildemar Pontes. A dedicatória : "Para Lecy Pereira Sousa esta partilha poética com o abraço do Gildemar. João Pessoa - PB – 25/10/06". Dentro do livro, um postal com um desenho primário exibindo um sol, alguns pássaros voando ao longe, um casebre soltando fumaça pela chaminé, um pé de coqueiro ao lado e um homem usando chapéu, camisa de manga curta, uma calça, presa por suspensório, com bainhas dobradas até a canela . Esse homem trazia à mão um peixe. Ele vinha pela estradinha sinuosa que o deixaria na porta de casa. No verso, o poema "A Pessoa Amada" escrito por José Adão Rodrigues Abadia. Este pediu-me que escrevesse o prefácio de um livro de poemas de sua autoria que ele publicará em 20/10/08 em Contagem – MG. 

Gildemar nunca soube quem é José Adão. Este nunca soube que Lecy tinha um livro com dedicatória do Gildemar. Lecy nunca esteve em João Pessoa. Ele não conhecia José Adão até o final de agosto de Dois Mil e Oito. O postal foi parar dentro do livro por acaso. 

"Diz um sábio poeta: sua presença substancia o meu pensar" – José Adão em "A Pessoa Amada". 

Eu não sei quem é o sábio poeta.

Lecy Pereira Sousa

27.9.08 19:31
 


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